I won't make it to last friday.
I won't find my magic poem again. I won't climb up the tower again. I won't confirm my believes again.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Flightless bird
Tentando entender e tornar física uma melancolia com cor de fim de tarde mal iluminado ao som de vibrações desconhecidas, noto que não combino. É como não pertencer ao lado de olhos alguns e não dormir sinceramente em nenhuma cama. É querer ir e acabar de encontro com a própria fuga.
Salve-me com a sua companhia.
domingo, 27 de junho de 2010
A crônica da Destruição
Anotando conclusões.
Destruição é consequência da tentativa falha de reconstruir. Certa vez um menino me disse que queimou o passado numa folha de papel e eu o aplaudi. Minha fragilidade se adapta ao mundo que a cerca como água líquida preenche contornos de todas as formas. Algumas coisas não mudam, mesmo que dessa vez alguém me envolva com braços preocupados; as escolhas e saídas findam cavalgando a selvageria intracorporal. Tudo pede destruição antes que o vidro quebre de insegurança. Tristezas devem ser respeitadas. Essas palavras dissimuladas que me fazem acreditar num potencial só meu devem morrer, são ridículas porque tenho vergonha de sentir. A história serve para explodir, mas não consigo soltar-lhe a mão para que não exploda eu também. A noite sempre vem para confirmar minha solidão. "Agir" é um verbo que não pode mais somente ser escrito, precisa de efeitos esmagadores. O ar que me envolve falta, está na hora de sair e peitar a esfinge. Destruição é consequência da necessidade de reconstruir. A pele que protege meus ossos é de nuvem, de lua, quebrável, rasgável. Perdi-me no tempo e na lucidez. A urgência de ir.
I have to feel safe on my own bones.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Inegável
Nunca fui controlado. Estímulos que me envolvam emocionalmente tocam a lua e o rio em mim. Pensar e agir não são opções viáveis, sou movido por reações espontâneas. Calmaria não é questão de escolha. Coisas maiores que minha consciência cercam meu umbigo e implodem, provocando alterações químicas por todo o organismo vivo. Sou muito dionisíaco. A cachoeira afoga a terra e a deixa instável. Quando almas que tocam a minha dependem da bioluminescência que emana de mim, eu decepciono. Perco as rédeas que nunca encontrei e fico frustrado por deixar o animal furioso correr para o abismo. Quero segurá-lo, não quero que ele morra, sei que vai morrer. Faço com que ele corra mais rápido, desfaleço. A culpa é toda da reação, agonia, reação. Espaçamento entre letras é insegurança e a inabilidade de conviver com ela. Gostaria de poder dormir.
Ser Humano.
Ser Humano.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Undeniably
Some people are different. Some of them have awake inside things that others have asleep. I have always, since I was born, had a feeling wild and uncontrollable. An unexplainable feeling, enormous, endless. And always had a will, a wish to put it out. A wish to love, to love all days, all minutes, all the time. I look at things and don't see them with the same eyes. Out of nowhere, it came to me, and now, today, I've realized that the chance is right in front of me. You'll not suffer anymore. The world will be bad to you no longer, I'll make you feel the tree and the sun. You'll not feel mad and angry, I'll make you look at the bird, I'll make you smile for no reason at all, and you'll cry, for sadness no more, but because you find it beautiful and deep. You'll never have to be who you're not anymore, you'll be you, and nobody else. I'm willing. It's for you. My love is going for you. If I don't do it, probably no one will, for the rest of your life. I can not admit that, you can not die without have witnessed it all, it's wonders, it's magic. You're broken when your heart's not open, and I'm going to open it, because I can and because I want to. That makes me happy, and so will you. My love is yours.
Human.
Human.
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